Sábado, 13 de abril de 2024
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Mulheres em Foco: palestra aborda Empreendedorismo, procrastinação e liderança

Mulheres em Foco: palestra aborda Empreendedorismo, procrastinação e liderança

Foto: Assessoria

A procrastinação, condição que afeta aproximadamente 20% da população, e, que vai além do simples adiamento de tarefas; é um desafio complexo que permeia os âmbitos emocionais e produtivos da vida cotidiana, tem cura. A compreensão desse assunto foi tema de um encontro de mulheres que empreendem, promovido pela empresária fundadora da marca Ester Hadassa e coaching, Lenissa Rodrigues.
 
De acordo com a psicóloga clínica Joici Cesnik, a procrastinação não deve ser confundida com preguiça. "É uma resposta a diversas emoções negativas, acompanhada de culpa e frustração. Identificar suas causas raízes é crucial para iniciar o processo de superação", esclareceu a especialista durante o evento.
 
Lenissa Rodrigues, em suas considerações iniciais, destacou a importância de entender a procrastinação como um problema emocional. "Enfrentar a procrastinação é vital para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Não se trata apenas de realizar tarefas, mas de enfrentar um desafio que impacta diretamente nossa saúde emocional e produtividade", enfatizou Lenissa.
 
A procrastinação, muitas vezes erroneamente associada à preguiça ou falta de comprometimento, é, na verdade, um comportamento complexo influenciado por variáveis psicológicas. Joici Cesnik apontou que, no contexto atual, onde o tempo tornou-se uma moeda valiosa, esse fenômeno afeta aproximadamente uma em cada cinco pessoas.
 
Ponto alto do evento foi, sem dúvida, o testemunho inspirador de Marielle Jacarandá, que generosamente compartilhou sua jornada de superação diante da procrastinação e da depressão. Marielle não apenas trouxe à tona a necessidade de pedir ajuda, mas também ressaltou a importância da solidariedade entre as mulheres presentes.
 
Em um relato emocionante, Marielle detalhou sua experiência pessoal, incluindo um episódio marcante envolvendo um sofá azul. "Eu costumava ter um sofá azul. Aquele sofá, de alguma forma, tornou-se um símbolo de conforto, mas também de aprisionamento. Parecia que ele me envolvia, me mantendo em um estado de apatia. Eu não conseguia me levantar, minhas ideias não se materializavam, e a tristeza persistia", compartilhou Marielle.
 
A história do sofá azul, que literalmente foi descartado por Marielle em um ato simbólico de libertação, ressoou profundamente com a plateia. Ela explicou como esse objeto inanimado se transformou em um obstáculo, impedindo-a de alcançar seu potencial máximo. "A superação começou quando eu percebi que esse sofá representava mais do que um simples móvel. Era um símbolo das amarras que eu mesma permiti existir em minha vida", destacou Marielle.
 
Ao mencionar a importância de pedir ajuda, Marielle enfatizou: "Não estamos sozinhas em nossas lutas. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Eu aprendi que é fundamental buscar apoio, e foi essa rede de apoio que me ajudou a construir um caminho sólido rumo ao sucesso."
 
O depoimento de Marielle, além de sensibilizar a plateia, reforçou a mensagem de que, mesmo diante das situações mais desafiadoras, é possível buscar ajuda, encontrar forças internas e construir um caminho de superação. A história do sofá azul, agora parte integrante dessa jornada de transformação, serviu como uma metáfora poderosa para inspirar as mulheres presentes a enfrentarem seus próprios desafios e construírem um futuro mais positivo.
 
A palestra envolvente de Joici Cesnik abordou técnicas e métodos para enfrentar a procrastinação, incluindo a identificação das causas subjacentes. "Entender a raiz do problema é o primeiro passo. Não adianta apenas lidar com os sintomas; é preciso uma abordagem holística", destacou a psicóloga.
 
Joici Cesnik também orientou sobre quando procurar um profissional para tratamento. "Quando a procrastinação impacta significativamente a vida pessoal, profissional e emocional, é hora de buscar ajuda profissional. O psicólogo é o profissional mais indicado para auxiliar nesse processo", explicou a especialista.
Ao encerrar o evento, Lenissa Rodrigues expressou otimismo em relação à formação de uma comunidade forte e solidária. "Estamos construindo laços que nos fortalecerão em cada passo da jornada empreendedora. Juntas, somos capazes de superar desafios e alcançar nossos objetivos", afirmou Lenissa.
 
O evento sobre procrastinação não apenas trouxe luz a um desafio comum, mas também promoveu a compreensão de que, ao enfrentar esse obstáculo, as mulheres presentes estavam não só superando barreiras produtivas, mas também fortalecendo uma rede de apoio mútuo. A procrastinação, que muitas vezes parece ser um empecilho intransponível, revelou-se uma oportunidade de aprendizado e crescimento, deixando um legado de força, resiliência e empreendedorismo.
 
Formando líderes - Em meio ao evento sobre procrastinação e empreendedorismo, Lenissa Rodrigues, compartilhou uma visão inspiradora sobre a formação de lideranças entre as mulheres que revendem consignado os produtos da marca, impactando positivamente as trajetórias de vida dessas empreendedoras.
 
Ao abordar esse aspecto, Lenissa expressou: "Para mim, a Ester Hadassa não é apenas sobre semi-joias; é sobre construir uma comunidade de mulheres fortes e líderes em suas próprias histórias. Ver essas mulheres revendendo nossos produtos em consignação não é apenas um negócio; é uma oportunidade de empoderamento e transformação".
 
Lenissa enfatizou a importância de ir além das transações comerciais, buscando criar um ambiente onde as mulheres se tornem líderes em suas comunidades. "Não se trata apenas de vender produtos. É sobre fornecer as ferramentas e o apoio necessários para que essas mulheres se tornem líderes, não apenas em suas vidas profissionais, mas em suas jornadas pessoais", disse ela.
 
Ao oferecer a oportunidade de revender em consignação, ou seja, sem investimentos iniciais, Lenissa acredita que está construindo uma plataforma para o crescimento pessoal e profissional dessas mulheres. "Elas não estão apenas revendendo semi-joias; estão construindo seus próprios impérios, alcançando independência financeira e se tornando verdadeiras líderes em suas comunidades".
 
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