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Malu Sousa - Assessoria | Postado em 26.02.2019 às 15:03h
Divulgação Grupo Flor Ribeirinha faz balanço da turnê realizada na China

Grupo Flor Ribeirinha faz balanço da turnê realizada na China

O Siriri Matogrossense encantou os chineses

O grupo Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio, retornou da China, após a turnê de um mês, no período de 22 de janeiro a  22 de fevereiro. O grupo viajou a convite da Federação Brasileira de Arte Popular-FEBRAP, em parceria com a Folk Word Company, que ofereceu  todo o apoio e logística durante a permanência em Xi'an, a famosa cidade dos Guerreiros de Terracota. O grupo representou o Brasil no Qujian Spring Festival, que celebrou o Ano Novo chinês.

Conforme o diretor artístico e coreógrafo do Flor Ribeirinha, Avinner Augusto, o Brasil fez parte de um espetáculo chamado “Culturas do Mundo” onde participaram também as delegações da Rússia, Itália, Georgia, África, Kingston, Georgia, Sérvia e Macedônia. Juntos, formaram um espetáculo de 40 minutos, mas cada um apresentando a sua cultura. “Foram apresentações durante os três períodos com grandes artistas. Além do Brasil com toda a sua diversidade e côres vibrantes, o grupo da Georgia também chamou muita atenção, pela forma expressiva nos movimentos coreográficos e com música bem percussiva. No festival, ficamos encantados com todos os grupos” disse avinner.

O grupo Flor Ribeirinha  apresentou o espetáculo Mato Grosso Dançando o Brasil, que homenageia as danças das regiões brasileiras Norte, Nordeste, Sudeste e Centro Oeste, com foco  no siriri cuiabano enraizado na comunidade de São Gonçalo Beira Rio, que encantou o povo chinês. O coreógrafo ressaltou que a recepção do chineses foi uma maiores emoções durante o festival. “Nos aplaudiam muito e queriam sempre tirar fotos com os dançarinos. Eles são muito calorosos e carinhosos. Isto ficará gravado em nossa memória e em nosso coração. Foi muito gratificante, além das nossas expectativas”, garantiu.

O diretor Executivo da Associação Cultural Flor Ribeirinha, Jeferson Guimarães Rosa, lembra que o convite para estar na China, uma das maiores potencias culturais e econômicas do mundo, é o reconhecimento do trabalho do grupo que tem 25 anos de história e que vem rompendo fronteiras para mostrar a cultura regional.

 

A Coréia do Sul, Turquia, assim como a Rússia e a França marcaram a trajetória do grupo. Estar na China, foi uma oportunidade única. para o Festival, foi oferecida toda a sua tecnologia em iluminação, sonorização e palco. Uma estrutura fantástica. Uma das mais fascinantes que já vimos. Estamos muito felizes e ter mostrado a beleza da nossa cultura” assegurou.